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A historia da Alice

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Hoje vim contar um pouco sobre a minha história com a Epilepsia.


Meu nome é Alice, tenho 33 anos e aos 13 anos tive um mal-estar no colégio, que desencadeou minha primeira crise convulsiva.


Fui a muitos médicos, onde após conversarmos muito e realizarmos diversos exames descobri que havia nascido com uma má formação no cérebro, o que fazia com que eu tivesse tais crises. Hoje controladas com medicamentos. Remédios esses que, provavelmente, terei que tomar para sempre. Mas, nada disso importa, frente a uma vida inteirinha repleta de memórias, acontecimentos e pessoas incríveis, além de muitas oportunidades que ainda tenho pela frente.


Nunca me deixei abalar pelo fato de passar anos tentando encontrar o medicamento perfeito ou então as inúmeras crises que tive. Sempre olhei tudo como um aprendizado e a cada dia eu queria – e quero - viver mais e melhor.


Tendo um modo leve de levar a vida, sendo saudável e muito feliz, independente das dificuldades, mesmo ainda havendo um certo preconceito em relação a esta doença nos dias de hoje.


Há uma grande importância no entendimento das pessoas e da sociedade sobre epilepsia, como funciona, como lidar, como enxergar quem possui essa doença. Se eu pudesse dar uma conselho para quem tem crises convulsivas, seria viver a vida da melhor forma possível e não se prender a isto.


Para os familiares e amigos, saibam que o apoio de vocês é fundamental, por isso compartilho aqui um pouquinho da minha experiência, para mostrar que é sim possível ser feliz – MUITO FELIZ – mesmo com uma má formação no cérebro.


O que é uma má formaçãozinha frente a uma vida toda de oportunidades e alegrias?


Afinal, é uma Delícia Viver!




Today I am here to tell a little bit of my history with epilepsy.


My name is Alice, I'm 33 years old and when I was 13 I had a malaise at school, which triggered my first seizure.


I went to many doctors, and after talking a lot and doing several tests I discovered that I had been born with a malformation in the brain, which causes my crises, but now controlled with medicines. Medication that I will probably take forever. But none of this matters, in front of a whole life full of memories, events and incredible people, besides the many opportunities that still lie ahead.


I never let go by the fact that I spent years trying to find the perfect medicine or the many crises that I had. I always looked to the positive part of things, as learning and every day I wanted - and I still want - to live more and better.


I have a lifestyle, which consists on being healthy and very happy, regardless of the difficulties, even if there is still a certain prejudice in relation to this disease nowadays.


There is a huge importance in understanding, people and society must have awareness about epilepsy. How it works, how to deal with it, first aids, and many other things.


If I could give an advice to people that has epilepsy, it would be, live life to the best and not get caught up in it.


 For family and friends, know that your support is a MUST. So this is why I share a bit of my experience, here, to show that it is possible to be happy - VERY HAPPY - even with a bad formation in the brain.


What is a malformation against a lifetime of opportunities and joys?


After all, it is amazing to live life!

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